Desenvolvimento de Produtos: como a Excelsior transforma riscos em novas soluções de seguros

Criar um seguro vai muito além de definir coberturas e preços. Na Excelsior Seguros, o desenvolvimento de novas soluções parte de uma análise mais ampla dos riscos, das transformações do mercado e das necessidades de segurados e corretores. É com essa proposta que a companhia estruturou o Desenvolvimento de Produtos.

Segundo Gabriela Vasconcelos, gerente de Produtos da Excelsior Seguros, a iniciativa nasceu da percepção de que um produto de seguro é resultado da combinação de diferentes conhecimentos e perspectivas.

“O Desenvolvimento de Produtos nasce de uma percepção de que desenvolver um seguro vai muito além do que elaborar um contrato ou definir um preço. O produto de seguro é resultado da combinação de diferentes conhecimentos, perspectivas e decisões”, afirmou.

A proposta é reunir diferentes áreas desde o início do desenvolvimento, transformando uma necessidade identificada em uma solução de seguro. “Nosso objetivo é criar produtos simples, claros, corretos e tecnicamente sustentáveis. Podemos trabalhar com uma construção mais artesanal ou em fast-tracking, para atender uma necessidade rápida do mercado, mas uma coisa da qual não abrimos mão é a profundidade no conhecimento do risco”, disse a executiva.

O processo envolve perspectivas atuariais, jurídicas, comerciais e operacionais. Entre as questões avaliadas estão o interesse do segurado, os riscos que precisam ser protegidos, a estrutura das coberturas, a viabilidade da contratação e da operação e a precificação adequada.

Para Gabriela, um dos principais desafios é transformar as demandas reais do mercado em produtos que funcionem, de fato, no momento em que o segurado precisa utilizá-los. “Para nós, um bom seguro é aquele em que a proteção faz sentido quando o risco acontece. Por isso, buscamos compreender profundamente e desenhar coberturas que tenham utilidade concreta”, afirmou.

A proximidade com o mercado também faz parte desse processo. A gerente explica que o trabalho acompanha as mudanças nas atividades econômicas, a evolução dos riscos, as transformações regulatórias e as experiências vividas por segurados e corretores.

Essa análise, segundo ela, influencia desde a linguagem contratual até o desenho das coberturas e a própria forma de pensar os produtos, buscando soluções mais claras, modulares e aderentes às necessidades de cada segmento.

Fonte: CQCS