De acordo com dados do Censo Demográfico de 2022, divulgados pelo IBGE em 2025, 13,9 milhões de famílias no país são formadas por casais sem filhos, o equivalente a 24,1% do total, quase um em cada quatro lares. Diante das novas configurações familiares e sociais, a Bradesco Vida e Previdência anunciou o lançamento do Proteção a Dois, solução pioneira que possibilita proteger duas pessoas em uma única contratação, combinando cobertura por morte com formação de reserva financeira.
O produto foi desenvolvido para atender relações em que há dependência econômica mútua, como amigos, sócios ou outras estruturas que envolvam dependência financeira, com uma proposta mais simples, acessível e eficiente.
“Quando duas pessoas dividem planos, contas e responsabilidades, existe uma preocupação silenciosa sobre o que acontece se uma delas faltar. Desenvolvemos uma solução que reflete essa realidade e que realmente ajuda quando mais se precisa, sem complicação”, afirma Estevão Scripilliti, diretor da Bradesco Vida e Previdência.
O Proteção a Dois funciona como uma proteção conjunta. Dessa forma, duas vidas estão cobertas dentro do mesmo contrato, com indenização no mesmo valor para ambas, permitindo que o produto tenha um custo mais acessível. Ao mesmo tempo, parte do valor pago é destinada à formação de uma reserva financeira, que pode ser resgatada conforme as condições do plano e é atualizada com base em títulos públicos atrelados ao IPCA do IBGE.
A solução ainda amplia o acesso à proteção ao eliminar etapas tradicionalmente associadas à contratação, como a necessidade de declaração pessoal de saúde, além de incluir assistências como serviço funeral e segunda opinião médica internacional. Com cobertura vitalícia e possibilidade de contribuições mensais, o produto permite diferentes níveis de planejamento, respeitando a realidade financeira de cada perfil.
“Com o Proteção a Dois, a Bradesco Vida e Previdência reforça seu papel na criação de soluções inovadoras e alinhadas às transformações da sociedade, contribuindo para ampliar o acesso à proteção financeira no país”, finaliza Scripilliti.
Fonte: CQCS








