SulAmérica: liderança feminina como realidade no negócio

Mais da metade dos cargos gerenciais da companhia já são ocupados por mulheres

A presença feminina nas lideranças corporativas ainda é um desafio no Brasil. Embora as mulheres representem mais da metade da força de trabalho do país, elas ocupam apenas 39% dos cargos de liderança e 29% das posições executivas, segundo dados do IBGE e da CNI.

No mercado de seguros, essa disparidade também é evidente. Estudo da Escola de Negócios e Seguros (ENS) mostra que, embora aproximadamente 55% dos profissionais do setor sejam mulheres, apenas 1% ocupa posições de alta liderança, enquanto a maior parte permanece concentrada em funções operacionais e administrativas.

Na SulAmérica, esse cenário começa a assumir uma configuração diferente. Ao final de 2025, as mulheres representavam 68,21% do quadro de colaboradores da companhia. Nos cargos gerenciais, elas ocupam 53,41% das posições, enquanto nas posições executivas a participação feminina chega a 43,33%.

Mais do que números, esses indicadores refletem um ambiente em que o desenvolvimento profissional é sustentado por critérios objetivos de avaliação, oportunidades de capacitação e políticas estruturadas de sucessão e reconhecimento.

A experiência da companhia mostra que ampliar a presença feminina em posições de decisão não é apenas uma pauta social, é também uma forma de fortalecer a qualidade da gestão e ampliar a diversidade de perspectivas nos processos estratégicos.

Nos últimos anos, programas de formação de lideranças, iniciativas de mentoria e redes de apoio interno contribuíram para ampliar o protagonismo feminino e fortalecer a confiança necessária para assumir posições de maior responsabilidade.

Outro fator relevante é a construção de um ambiente organizacional que valoriza o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Mais do que uma questão de bem-estar, essa perspectiva contribui para sustentar carreiras de longo prazo e ampliar a permanência de mulheres em trajetórias de liderança.

Ao completar 130 anos, a SulAmérica entende que ampliar a participação feminina nos espaços de decisão é parte da construção de uma organização mais diversa, preparada para lidar com contextos complexos e desenvolver soluções cada vez mais relevantes para clientes e parceiros.

 

Fonte: SulAmérica

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