Aos 93 anos, Ary Fontoura foge da aposentadoria e leva a cultura do seguro para milhões de brasileiros

O artista segue usando humor, carisma e empatia para falar de futuro e proteção em plena terceira idade

Aos 93 anos recémcompletos, Ary Fontoura continua em tudo ao mesmo tempo agora: em novela reprisada, em filme inédito nos cinemas, em vídeos diários nas redes sociais e, desde o segundo semestre do ano passado, como uma das vozes mais potentes da campanha “Seguros pra Gente”, da CNseg.

 

O ator que não para: novela, cinema e redes

 

Poucas semanas depois do fim de “Êta Mundo Melhor”, Ary já emenda o trabalho em “Velhos Bandidos”, longa em que contracena com Fernanda Montenegro e um elenco de veteranos em papéis principais. No filme, um casal de idosos decide assaltar um banco para reaver um dinheiro que lhes era devido, uma trama que brinca justamente com a ideia de velhice ativa, inconformada e cheia de planos.

 

Fora das telas tradicionais, ele se tornou fenômeno nas redes sociais, publicando esquetes diárias de humor de um minuto que lhe renderam quase 8 milhões de seguidores, somando Instagram e TikTok. “Não tenho parado de trabalhar e talvez eu esteja sendo mais procurado agora do que antes”, afirma, ao comenta em entrevista à Folha de São Paulo, que tem 78 anos de carreira e 61 só de Rede Globo.

 

Essa presença digital constante – somada ao respeito de várias gerações – é o que transforma Ary em ativo estratégico para qualquer marca que queira falar de futuro, responsabilidade e planejamento com um público amplo, inclusive o 60+.

 

“Aposentadoria é uma palavra da qual eu fujo”

 

Quando fala de trabalho, Ary é claro: ele não quer “fechar a porta”. Diz que está fisicamente bem, que cuida da saúde e que precisa continuar sonhando com novos papéis e projetos para que a vida tenha significado. “Aposentadoria é uma palavra da qual fujo, e trabalhar é uma palavra que adoro”, resume.

 

Ele reconhece as limitações impostas pela idade – longas jornadas de gravação exigem preparação, foco e vida regrada, mas afirma que o entusiasmo do fazer compensa os desafios. Sobre o futuro, fala em “inúmeros papéis que ainda gostaria de fazer” e admite a típica dúvida de quem leva a carreira a sério: “Será que vai dar tempo?”.

 

Do ponto de vista da narrativa setorial, Ary encarna exatamente a mensagem que o mercado de seguros tenta difundir: envelhecer com dignidade, autonomia e planos exige preparo, mas também imaginação – o lado lúdico, como ele chama.

 

Da comédia à educação financeira: Ary e a campanha “Seguros pra Gente”

 

É nesse contexto que, aos 92 anos, o ator foi escolhido para integrar o time de influenciadores da CNseg na campanha “Seguros pra Gente”. O contrato – firmado no segundo semestre de 2025 – prevê publicações nas redes sociais sobre educação e proteção financeira, previdência e vida, sustentabilidade e seguros, além de participação em evento da entidade e gravação de podcast.

 

Com quase 8 milhões de seguidores – 6,5 milhões no Instagram e 1,4 milhão no TikTok – Ary passa a ser peçachave da estratégia de democratização do acesso à educação sobre seguros, falando de temas como planejamento financeiro e proteção de um jeito leve e bemhumorado. “Faço questão de reforçar em minha página que seguro é para todos. São temas pouco falados e mal explicados, mas quanto mais a gente aborda, mais pessoas entendem a importância do acesso democratizado ao seguro”, afirmou ao assumir o posto.

 

Ao lado de creators como Leo Kazuya e Marcus Nascimento, que já vinham trabalhando com a CNseg desde 2024 e tiveram seus contratos renovados, Ary completa um time que combina credibilidade, diversidade e nichos de público distintos – dos jovens que estão descobrindo a vida adulta aos seniores que se reconhecem na sua trajetória.

 

Credibilidade, alcance e o objetivo de levar o seguro a 10% do PIB

 

Para a área de Comunicação e Marketing da CNseg, a escolha por Ary une dois atributos centrais: confiança e alcance. A confederação tem uma meta clara dentro do Plano de Desenvolvimento do Mercado Segurador: levar o setor a 10% do PIB brasileiro, ampliando penetração e cultura de proteção.

 

Nesse cenário, as redes sociais deixam de ser apenas canal de entretenimento e passam a funcionar como ambiente de serviço público: mostrar, com exemplos concretos e linguagem acessível, que existe um produto de seguro para cada necessidade e que planejamento e proteção são fundamentais no dia a dia.

 

O protagonismo de um ator de 93 anos, com carisma e narrativa própria, reforça essa mensagem de forma orgânica, principalmente quando ele mira diretamente o público 60+ e convida as pessoas a entender que “enquanto há vida, há esperança” e que ele “ainda tem muita coisa para fazer”.

 

Fonte: Sul Seguro

 

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