Checklist rápido: como escolher sem se enrolar
. defina 1–2 riscos que te quebram (saúde? renda? incêndio? roubo? processo?)
. comece pelo essencial e amplie depois
. revise valores segurados (pra não “pagar e não resolver” quando precisar)
. compare coberturas, franquias e exclusões (não só preço)
- Começar o ano “coberto” não é contratar tudo, é fechar os buracos que quebram orçamento quando dá azar: doença, acidente, incêndio, roubo, processo, paralisação do negócio.
- E em 2026, com inflação ainda no radar das projeções do mercado, faz diferença revisar valores segurados para não ficar subcoberto na hora da reposição.
- Abaixo vai um guia prático (e bem pé no chão) do que costuma ser essencial.
1) Para pessoas e famílias: o “kit básico” de proteção financeira
1.1 seguro de vida (com coberturas em vida)
O seguro de vida deixa de ser “só morte” quando você inclui coberturas que ajudam enquanto você está vivo, como:
- invalidez (por acidente e/ou por doença, conforme apólice)
- diárias por incapacidade temporária (útil para autônomos/PJ)
- doenças graves (pagamento em vida, se contratado)
Na prática: é o tipo de seguro que protege renda, contas e família quando acontece o evento que mais desorganiza tudo.
1.2 acidentes pessoais
Se a ideia é começar simples e barato, acidentes pessoais costuma ser porta de entrada porque foca em acidente + invalidez + morte acidental, e pode ter diárias por afastamento (dependendo do produto).
1.3 saúde (plano/seguro saúde) + “rede de emergência”
Aqui a lógica é direta: problema de saúde vira gasto grande rápido. O essencial é garantir acesso a urgência/emergência, e um canal de orientação/telemedicina quando fizer sentido.
1.4 residencial (mesmo para apartamento)
Seguro residencial não é só “incêndio”: ele costuma ser o melhor custo-benefício para proteger patrimônio e trazer assistências (chaveiro, eletricista etc.). O ponto crítico é manter valores atualizados para reposição/reforma.
2) Para quem tem carro, moto ou trabalha com o veículo
Se o veículo é mobilidade ou renda (app, entrega, trabalho), priorize:
- roubo/furto (se aplicável no produto)
- colisão (se o orçamento permitir)
- RC a terceiros (muito subestimado – e é onde o prejuízo pode ser enorme)
3) Para empresas (principalmente pequenos negócios): o “kit para não quebrar”
3.1 seguro empresarial/patrimonial
Protege o que costuma custar caro para repor: estrutura, máquinas, equipamentos e estoque. Onde muita gente acerta é incluir danos elétricos (varia por risco) e avaliar cobertura para paralisação/perda de faturamento (quando existir no produto).
3.2 responsabilidade civil (RC)
RC é o seguro que impede um processo de virar “rombo” no caixa. Se você atende público, presta serviço, faz instalação, evento, tem equipe circulando etc., vale olhar com carinho.
3.3 vida em grupo e benefícios (quando faz sentido)
Em alguns perfis de empresa, vida em grupo e coberturas simples de pessoas ajudam retenção e proteção, sem virar custo impossível.
4) “Seguro de 2026”: tecnologia, dados e coberturas mais inteligentes
A tendência é ver mais automação, dados e integração regulatória no setor (incluindo evoluções ligadas a Open Insurance, dentro do plano regulatório do órgão supervisor). Isso tende a melhorar cotação, personalização e jornada digital ao longo do tempo.
Fonte: CNseg







