Cultura e esporte se tornam vitrines para seguradoras

É comum uma pessoa só lembrar do seu seguro (ou da falta dele) se o carro bate, uma doença aparece ou mesmo quando alguém morre. Trata-se, além disso, de um produto que não se ostenta nas redes sociais como motos, joias e tênis de marca. São características que podem levar as seguradoras à invisibilidade ou, pior ainda, à associação com péssimos momentos. Uma maneira de virar esse jogo é estar presente em situações de beleza, prazer e euforia.

 

Fonte: Valor Econômico | Especial – Seguros e Resseguros