Luiz Arruda, vice-presidente Comercial e de Marketing do Grupo Porto, foi o convidado da 35ª edição do SincorCAST, videocast promovido pelo Sincor-SP e apresentado por Boris Ber, presidente da entidade, para discutir as principais oportunidades de negócios, vantagens comerciais e o fortalecimento da parceria com os corretores. O episódio também contou com a participação de Rogério Freeman, 2º secretário e diretor de Comunicação do Sincor-SP.
Durante o programa, Arruda afirma que, historicamente, o Grupo Porto é muito próximo do corretor e ressalta o potencial de negócio disponível no GDO (Gestão de Oportunidade). “A gente recebe, no site, aplicativo, sistemas de CRM, redes sociais e todos os canais digitais que temos, mais de 3 milhões de sessões de pessoas buscando os produtos Porto. Tudo isso vai gerando uma série de leads”, explica. “Esses leads são trabalhados na Porto, e vinculamos aos corretores que têm apólices ativas ou produtos ativos com esses clientes”, complementa o executivo.
Apesar do apoio da companhia no processo, Arruda detalha que mais de 70% dos leads, clientes dos próprios corretores e estão procurando produtos na Porto, que a companhia repassa aos corretores não recebem uma ligação dos profissionais. “Hoje, há mais comissão a ser paga no GDO não capturada do que efetivamente pagamos aos corretores”, informa.
Um dos pontos destacados pelo VP Comercial e de Marketing do Grupo Porto foi a importância de ofertar os produtos disponíveis aos segurados. Neste sentido, Arruda pontua que mais de 50% dos consórcios vendidos na companhia não são comercializados por corretores que têm vínculo com o cliente. “O corretor, hoje, tem uma apólice ativa, mas o cliente dele está comprando com outro corretor porque não ofereceu. Ofertar é importante”, diz.
Além disso, o executivo também reforça que, atualmente, as redes sociais são ferramentas em que os corretores podem abordar várias pessoas em um só vídeo, com conteúdo relevante.
Neste contexto, Arruda descreve o que é o projeto Corretor Influenciador, que reúne autoridades em redes sociais para transformar a autoridade que o corretor já tem no mundo analógico em presença também no mundo digital.
“Começamos com uma turma de 998 corretores formados. Hoje, cerca de 900 corretores estão conversando com mais de 4 milhões de seguidores, isso é o que chamamos de efeito de rede”, esclarece. “Nesta semana, iniciamos a segunda turma, com 2.500 corretores começando o processo de formação no Corretor Influenciador. Eles recebem microfone, ring light, e toda a técnica necessária”, completa.
Outro ponto levantado por Arruda foi a Fábrica de Conteúdos, iniciativa do Grupo Porto, que resume-se a uma plataforma com mais de 200 vídeos produzidos pela companhia. “A ideia é começar a desenvolver conteúdos com sotaques regionais, para que cada região tenha vídeos mais próximos da sua realidade”, diz.
Fonte: CQCS








