A CNseg reduziu a estimativa de crescimento para 5,7% em 2026, com arrecadação de R$ 808 bilhões.
O setor deve representar 5,8% do PIB em 2026, influenciado por inflação de 3,9%, PIB de 1,8% e Selic acima de 12%.
Ramos como danos e responsabilidades (+7,4%), seguros de pessoas (+7,4%) e saúde suplementar (+9%) impulsionam o crescimento.
Previdência aberta (-4,4%), seguro rural (-3,9%) e riscos de engenharia devem apresentar retração.
A instabilidade no Oriente Médio e seus impactos nos preços do petróleo e na inflação são fatores de preocupação.
O mercado de seguros brasileiro projeta um crescimento de 5,7% em 2026, com uma arrecadação total de R$ 808 bilhões. Essa estimativa, divulgada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg), representa uma redução em relação às projeções anteriores, refletindo o impacto de fatores macroeconômicos e a instabilidade global.
O setor deve corresponder a cerca de 5,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026, considerando um cenário de inflação de 3,9%, crescimento do PIB de 1,8% e taxa Selic acima de 12%. A instabilidade no Oriente Médio e seus efeitos nos preços do petróleo e na inflação são apontados como elementos de preocupação. Enquanto ramos como danos e responsabilidades, seguros de pessoas e saúde suplementar impulsionam o crescimento, segmentos como previdência aberta, seguro rural e riscos de engenharia devem registrar retração.
Fonte: Daily Journal | Noticias








