Sempre com o cuidado Porto

Sob a liderança de Patricia Chacón, Porto Seguro segue jornada de cuidado com as pessoas e a capacidade de evoluir sem perder a essência

Aos 80 anos, a Porto Seguro tem novamente uma presidente mulher. A primeira delas foi Rosa Garfinkel, mãe do acionista Jayme Garfinkel, em 1978. Patricia Chacón assumiu a presidência da Porto Seguro direto de Rivaldo Leite, que se dedicou à companhia ao longo de mais de 40 anos.

“É uma grande responsabilidade liderar uma companhia com 80 anos de história, 19 milhões de clientes e um papel tão relevante na vida das pessoas. Encaro esse desafio com muita energia, respeito ao legado e foco no futuro, dando continuidade a uma estratégia sólida, porque o que nos trouxe até aqui é o que vai nos levar adiante”, destaca Patricia, para quem receber esse convite foi, antes de tudo, um reconhecimento coletivo de um trabalho construído a muitas mãos e um misto de emoção, responsabilidade e muito orgulho.

O cuidado com as pessoas, pela construção de relações de longo prazo e pela capacidade de evoluir sem perder a essência que sempre permearam a história da Porto Seguro também se faz presente na trajetória de Patricia. “Isso conversa muito com a minha própria trajetória, que sempre esteve ligada a ambientes colaborativos, à valorização de times fortes e à busca por resultados sustentáveis no longo prazo. A companhia cresceu ouvindo clientes, corretores e parceiros, investindo em gente, em tecnologia e em inovação com propósito. É nesse tipo de cultura que eu acredito e é assim que gosto de liderar: respeitando o legado, mas com olhar atento às transformações e às novas oportunidades”.

Um pilar importante da Porto Seguro é a parceria com os corretores, os quais a CEO considera coautores da história, do presente e do futuro da seguradora.

“Atualmente, contamos com 47 mil corretores parceiros, e todos eles desempenham um papel fundamental para que a companhia continue oferecendo o que há de mais diferenciado no mercado, simplificando todo o processo de ponta a ponta de maneira cada vez mais eficiente e encantadora”.

Segundo ela, a capacitação continuará sendo contínua e multicanal. Inclusive, o território da educação é um dos focos estratégicos para os próximos anos.

Entre os principais avanços ela cita a Porto AcademIA, plataforma que inaugura uma nova fase da estratégia educacional da companhia, em conjunto com o programa Corretor Influenciador.

“Para 2026, também manteremos uma agenda robusta de eventos, com a realização do ‘Porto Seguro Tá Por Perto’, iniciativa voltada a estreitar o relacionamento com corretores em diferentes regiões do país, ampliando nossa presença regional por meio de escuta ativa e conexão local”.

Reconhecida como uma companhia que se antecipa às necessidades do segurado, no último ano, a Porto disponibilizou novidades importantes e revisou o portfólio, tanto na frente de entrada quanto na premium. “Com a Azul Seguros, anunciamos um novo seguro automotivo voltado a proprietários de carros entre 4 e 35 anos de uso que buscam proteção veicular com bom custo-benefício: o Azul Auto Compacto. Ele chega como uma opção de entrada, combinando coberturas essenciais, atendimento eficiente e preço acessível”.

Já com a Porto Seguro, lançou os seguros Auto e Residencial Premium e Private, com coberturas inéditas e uma experiência diferenciada, baseada em proteção personalizada e em uma curadoria de benefícios que valoriza o atendimento como um verdadeiro diferencial de marca.

“E não posso deixar de mencionar o lançamento do 15 Minutos. Desde novembro, na capital de São Paulo, durante a madrugada, os segurados do Porto Seguro Auto podem acionar a assistência e receber atendimento em até 15 minutos. A iniciativa reforça nosso compromisso com agilidade, eficiência e cuidado com o cliente”, conta.

Inclusão ainda é desafio

Para a CEO da Porto Seguro, o maior desafio do mercado de seguros é a inclusão securitária. “Ainda existe uma parcela muito grande de pessoas e patrimônios no Brasil que seguem pouco ou nada protegidos — muitas vezes por falta de acesso, de informação ou porque as soluções disponíveis não conversam com diferentes realidades. O nosso papel, como setor, é ampliar essa proteção com produtos mais simples e acessíveis, jornadas mais fáceis e uma comunicação que deixe claro o valor do seguro no dia a dia”, descreve.

Segundo ela, as prioridades estratégicas da companhia são seguir centrada no cliente e no corretor, com foco na expansão do portfólio, com dois eixos principais: produtos de entrada, que ampliam o acesso ao seguro e impulsionam a inclusão securitária, especialmente em segmentos ainda pouco explorados; e ofertas mais personalizadas, nas linhas premium e private, desenvolvidas para atender às diferentes necessidades e perfis de clientes.

“Vamos continuar evoluindo a experiência do cliente, investindo de forma consistente em tecnologia, dados e inteligência artificial, sempre com foco em eficiência, disciplina operacional e humanicanalidade”, comenta.

Patricia aponta que uma das principais tendências para 2026 será a hipersegmentação, para atender cada vez mais com precisão diferentes perfis, comportamentos e necessidades ao longo da jornada do cliente. “Para a Porto Seguro, esse movimento permite desenhar ofertas mais aderentes a cada segmento, respeitando contextos, expectativas e momentos de vida distintos. A hipersegmentação amplia o portfólio, aprofunda a relevância das soluções e, a partir disso, viabiliza tanto experiências mais personalizadas quanto o acesso à proteção”.

Riscos climáticos

“Diante das mudanças climáticas, nosso papel é atuar como um facilitador da proteção e resiliência para nossos clientes e comunidades, oferecendo soluções de seguros que garantam a segurança dos bens e das pessoas em momentos de adversidade, sempre com o cuidado Porto”, observa.

O setor de seguros desempenha um papel essencial nesse cenário e, por meio da nova estratégia de sustentabilidade, o Regenera, a companhia consolida o compromisso com um futuro mais responsável, inclusivo e ambientalmente consciente.

“A Porto entende que não se trata apenas de mitigar riscos, mas de regenerar relações, economias e territórios. Por isso, estruturamos metas claras até 2030, que integram desempenho ambiental, social e financeiro. Estamos falando de compromissos como: reduzir em 40% nossas emissões absolutas de gases de efeito estufa (escopos 1 e 2, com base em 2023); garantir que a operação direta seja abastecida 100% por energia renovável; dobrar a reciclagem de carros; e comercializar R$ 13 bilhões em produtos com atributos sustentáveis e de impacto positivo”, conclui.

Fonte: Revista Cobertura