No dia 10 de agosto, a Escola de Negócios e Seguros promoveu o Circuito de Lives no seu canal do Youtube, sobre Os Desafios do Open Insurance/Finance. O evento contou com a mediação do superintendente regional da ENS em São Paulo, Rodrigo Matos, e com a participação do coordenador de Certificação Avançada em Open Insurance/Finance, Gustavo Leança. no dia 10 de agosto, às 17 horas.

Maria Helena Monteiro, diretora de ensino da ENS, iniciou a transmissão introduzindo o tema. É um enorme prazer receber o professor Gustavo Leança, que vai falar sobre os desafios que não são poucos, do Open Insurance e do Open Finance. Por que chamamos de Open Insurance barra Open Finance? Porque a partir do que já existe do Open Banking, com o open insurance, teremos o sistema totalmente aberto, que seria o open finance. Ninguém é mais qualificado que o professor para falar sobre o assunto.

Durante a live, Gustavo Leança especificou o conceito sobre o Open Finance. Implantado no Brasil em fevereiro de 2021, surgiu como uma extensão do Open Banking, englobando serviços financeiros, como seguros, previdência, câmbio e investimentos.

Gustavo Leança destacou o open como tendência para a distribuição de seguros. É um tema que possui grande transformação no mercado de seguros. Como hoje falamos do Open Insurance, daqui a pouco vamos falar do Open Finance, que é o insurance mais o banking. Daqui a pouco, vamos falar do open investiment. Open health. Daqui a pouco vai ser normal falar de saúde, de investimentos, entrando no open, que é o tema que estamos debatendo.

Para introduzir o tema, Leança explicou como a operação iniciou. O Open Insurance começa na Europa em 2018, quando temos os europeus estabelecendo uma diretriz chamada PSD2, onde essa diretiva visava o lado bancário, ela não tinha o foco em seguros. Em seguida, o Reino Unido assume o PSD2 como uma diretiva importante para ele, onde a diferença para o reino Unido, do ponto de vista de implementação, em relação a padronização de como os bancos se comunicar,

Ele deu continuidade, afirmando que no Brasil, o Open Insurance não foi um movimento fácil para as companhias, mas o apoio da CNseg serve como suporte para o andamento da operação no mercado brasileiro de seguros. O open insurance está inserido no Plano de Desenvolvimento do mercado de seguros, que foi elaborado pela CNseg, e nesse plano, consta o open insurance como uma das iniciativas a serem acompanhadas. Podemos afirmar que não foi um movimento fácil para as seguradoras, tanto que a gente vê um trabalho brilhante de coordenação e apoio realizado pela CNseg, de apoio às companhias, porque realmente ele é complexo, porque essa apresentação dos dados do cliente com segurança respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados, isso tudo é complexo, e o fato é que percebemos que os prazos determinados em 2021, eram inviáveis. Já tiveram ao todo oito circulares e resoluções, sendo que as duas últimas ajustaram o prazo.

O projeto foi desenvolvido com o objetivo de oferecer melhorias para o sistema financeiro em geral, beneficiando os usuários e as empresas que operam neste segmento. Desde a sua criação, o Open Finance soma 17,3 milhões de consentimentos para compartilhamento de dados pessoais e bancários, com 10,8 bilhões de comunicações bem-sucedidas no período.

 

Fonte: CQCS